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terça-feira, 19 de outubro de 2010

História da Maquiagem

No período paleolítico, o homem começa a se reunir em grupos, fixando-se na terra ficando mais sedentário e com isso surgem os primeiros sinais da vaidade no homem.
Com as diferenças hierárquicas, dentro desses grupos, os Chefes enfeitavam-se com garras e dentes de animais ferozes.
Já os feiticeiros e curandeiros adornavam o corpo com pinturas “mágicas”..
Com a evolução do homem surgem as primeiras pinturas de guerras, mais tarde surge na mesopotâmia produtos de maquiagem a base de carvão para os olhos, henna e outros resíduos naturais.
No Egito a maquiagem tornou-se parte da higiene diária e toma função de requinte.
Começa então a maquiagem como ritual de beleza.
Já os Gregos tinham mais preocupações com a saúde e a beleza do corpo do que com a maquiagem propriamente dita.
A maquiagem era usada sim, porém não como na Babilônia e no Egito.
Fonte: www.amira.com.br

Tudo começou no Egito...

É no antigo Egito que vamos encontrar os primeiros testemunhos do uso de cosméticos. Os faraós tinham nas perucas coloridas formas de distinção social e consideravam a maquilagem dos olhos ponto de destaque fundamental para evitar olhar diretamente para Rá, o deus -sol.
As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres. É também com a civilização egípcia que surge a distinção: "Mulher de pele clara" e "Homem de pele escura". Cleópatra bem representou o ideal de beleza daqueles tempos. Carismática e poderosa, a Cleópatra imortalizou seu tratamento banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquilando seus olhos com pó de khol.

Pele clara, obsessão universal 

 

Dizia-se que Popéia tinha a pele muito branca graças ao resultado de constantes banhos em leite de jumenta. Ela lançou moda e todas as romanas abastadas eram dadas às máscaras noturnas, onde ingredientes como farinha de favas e miolo de pão se combinavam ao leite de jumenta diluído para formar papas de beleza. Mas a verdade é que a bela complementava seus tratamento de clareamento da pele maquilando as veias dos seios e testa com tintura azul. Esta aparência translúcida foi imitada em misturas de giz, pasta de vinagre e claras de ovos durante muitas décadas.
Conta a lenda que Psyché foi buscar no inferno o segredo da pele branca da deusa Vênus, trazendo a cerusa, ou alvaiade, para compor suas fórmulas mágicas. Até a Renascença italiana esse mesmo alvaiade era usado durante o dia pelas lindas mulheres nobres, que à noite cobriam suas faces com emplastros de vitelo crú molhado no leite afim de minimizar os efeitos nocivos causados pelo alvaiade. O Kama Sutra, escrito entre os séculos I e IV, define a mulher ideal como Padmini, aquela que tem "...a pele fina, macia e clara como o lótus amarelo..." No Japão, do século IX ao XII, período de Heian, a valorização da pele branca era regra geral. Para obter a aparência extremamente clara as mulheres aplicavam um pó espesso e argiloso feito de farinha de arroz, chamado oshiroi. Depois passaram também à usar o beni, pasta feita do extrato de açafrão, para colorir as maçãs do rosto.
Aproximadamente em 150AC o físico Galeno criou o 1o creme facial do mundo, adicionando água à cera de abelha e óleo de oliva. Mais tarde o óleo de amêndoas substituiu o azeite e a incorporação de bórax contribuiu para a formação da emulsão, minimizando o tempo de processo. Estava aí a primeira base para sustentar os pigmentos de dióxido de titânio e facilitar a aplicação na face; nascia a base cremosa facial.

Começam os obstáculos...

Mas nem só de aprovação caminhou a história dos cosméticos coloridos. Na Roma antiga a indignação masculina frente aos artifícios femininos de usar produtos para maquilagem está registrada em obras imortais, como escreveu Ovídio "...Seu artifício deve permanecer insuspeito.
Como não sentir repugnância diante da pintura espessa em sua face se dissolvendo e escorrendo até seus seios? Por que tenho de saber o que torna sua pele tão alva?..." Andreas de Laguna, o médico espanhol do Papa Julius III, dizia que a maquilagem das mulheres era tão espessa que dava para cortar "a nata da torta de queijo de cada uma das bochechas"

A beleza entra na mira da igreja 

 

Os líderes religiosos expressavam sua indignação contra o uso de artifícios coloridos. No relato de São Jerônimo fica evidente a reprovação do ato de maquilar-se, visto como força do mal e da impureza. "...O que faz essa coisa púrpura e branca no rosto de uma mulher cristã, atiçadores da juventude, fomentadores da luxúria, e símbolos de uma alma impura?..."

Propaganda enganosa X bruxaria 

 

No final do século XVIII, o Parlamento inglês recebeu a proposta de uma lei que tentava impor sobre as mulheres a mesma penalidade por adorno que era imposta por bruxaria. O termo desobrigava de suas responsabilidades os maridos que haviam casado com uma "máscara falsa": "Todas as mulheres que à partir deste ato tirarem vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimônio qualquer súdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções, dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação para saias, sapatos altos ou anquilhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o casamento, se condenadas, seja anulado..." É hilária a carta publicada no jornal britânico The Spectator, no ano 1711, onde um marido aflito desabafa... "Senhor, estou pensando em largar minha mulher e acredito que quando o senhor considerar o meu caso, a sua opinião será a de que minhas pretensões ao divórcio são justas.
Nunca um homem foi tão apaixonado como eu pela sua fronte, pescoço e braços alvos, assim como a cor azeviche de seus cabelos. Mas para meu espanto descobri que era tudo feito de arte: sua pele é tão opaca com esta prática, que quando acordou de manhã, mal parecia jovem o suficiente para ser mãe de quem levei para a cama na noite anterior. Tomarei a liberdade de deixá-la na primeira oportunidade, à menos que seu pai torne sua fortuna apropriada às suas verdadeiras , e não supostas, feições..." O rei Henrique VII mandava os pintores retratarem suas pretendentes matrimoniais, pedindo também às pessoas que cercavam a rapariga que respondessem um extenso questionário sobre a futura esposa.

As instruções previam saber como era o rosto, se estava pintada e se havia algo "perto dos lábios", referindo-se ao uso de batons e brilhos. Elizabeth I, a rainha virgem, que assim ficou famosa por ter morrido sem se casar, usou até o final de seus dias as faces cobertas de branco, as maçãs pintadas com círculos vermelhos bem definidos e a cabeça coberta por uma peruca de cabelo ruivo e dourado.

E a vaidade vence...

Mas apesar da postura radical da igreja e dos costumes rígidos, com os desenvolvimentos científicos o ato de pintar os lábios tornou-se moda desde o século XVII, quando as pomadas coloridas tornaram-se mais acessíveis e seguras. Ainda no século XVI a preocupação com higiene pessoal foi deixada de lado, o que ironicamente contribuiu para o crescimento do uso da maquilagem e dos perfumes.

O primeiro estilista surgiu no século XIX, quando um verdadeiro artista traz uma nova fonte de prestígio à moda; Charles Frederick Worth abriu sua loja em Paris em 1858, para vender modelos de casacos e sedas de primeira classe. A imperatriz Eugénie, esposa de Napoleão III era sua mais famosa cliente. Em 1885 é fundada a Chambre Syndicale de la Couture Parisienne, regulamentando a arte da alta costura. Paul Poiret, Madeleine Vionnet, Coco Chanel, Christian Dior, Cristóbal Balenciaga, Hubert Givenchy são alguns dos nomes que mudaram a história da moda no mundo, causando a necessidade de uma mudança de patamar na indústria de produtos para maquilagem.

Durante os 100 anos seguintes Paris firmou-se como autoridade em moda, trazendo para o mundo da maquilagem um novo alento. Podemos dizer que a popularização da moda aconteceu em 1892, com o lançamento da revista Vogue, tendo em seus primeiros números personalidades como Gertrude Vanderbilt Whitney, vestindo suas próprias roupas. Quando Condé Nasta comprou a revista, em 1909, a publicação passa à ter um enfoque mais atraente, mostrando objetos do desejo para todas as mulheres.

É somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, que os cosméticos se tornam produtos de uso geral. Em 1921, Paris é palco de uma verdadeira revolução na história do batom; é primeira vez que um produto desta categoria é embalado num tubo e vendido em cartucho. O sucesso é tal que em 1930 os estojos de batom dominam o mercado americano, trazendo uma nova fase para o desenvolvimento destas formulações. A morena Marilyn Monroe usava maquilagem clara e pintava lábios vermelhos intensos, atraindo e intensificando sua feminilidade.

O maquilador americano Kevyn Aucoin conta que em 1967, ainda criança, quando confundiu a maquilagem branca -rosada intensa de uma vendedora de cosméticos com a aparência deixada pela aplicação de loção de calamina. Esta mistura de óxido de ferro vermelho e óxido de zinco era muito usada, na época, para aliviar o desconforto causado por picadas de insetos. A ingenuidade de Kevyn levou-o à comentar com a moça o quanto ele estava penalizado por sua dor! Como resposta deparou-se com um silêncio sepulcral, que só foi entendido pelo menino quando sua mãe, já a caminho de casa explicou que se tratava de maquilagem e não remédio... Na década de 70 as cores de maquilagem tornaram-se populares, acompanhando as coleções de alta-costura francesa, italiana e inglesa.

Cada vez que um grande costureiro lançava uma nova coleção de cores e formas para as roupas, lá vinha um tom de sombra específico para os olhos, uma nova cor de boca. Dior, Chanel, Yves Saint Laurent e todos os grandes fabricantes ousavam e enchiam os olhos das mulheres de todo o mundo com suas criações cada vez mais tentadoras. E é no final da década de 80 que entram em lançamento as fórmulas evoluídas para cosméticos pigmentados. Às beiras do novo milênio finalmente entram em cena fórmulas baseadas em tecnologia de vanguarda, cujo uso garante propriedades bem interessantes para nossa beleza, como proteção solar, umectação e controle do envelhecimento da pele.

Nos anos 90 a era do benefício visível ganha importância vital. A haute couture toma rumos inteligentes nesta nova era. Estilistas ingleses de vanguarda como John Galliano e Alexander McQueen vêm dar uma ventilada nas conservadoras Dior e Givenchy, alterando mais uma vez a história da moda & make-up. Hoje podemos nos beneficiar do produto que colore e trata a pele, limpa, perfuma e protege os cabelos, como nunca antes na história da humanidade. Yohji Yamamoto, Rei Kawakubo, Helmut Lang e Ann Demeulemeester apontam para uma nova era, a era da Beleza Inteligente, onde cada ser possa encontrar seu equilíbrio na roupa, no cheiro e na cor.

Fonte: www.maquiagemfacil.com.br

Os produtos utilizados pelos povos antigos atravessaram os tempos dando origem aos nossos cosméticos de hoje, como o rímel, delineador, blush, batom, etc.
A moda permanece até hoje e a indústria da maquiagem cresce cada vez mais e com ela, as pesquisas, fazendo com que novos produtos cheguem ao mercado mais rapidamente.
As mulheres hoje não dispensam mais o uso da maquiagem, seja uma básica, seja produção mais elaborada, todas utilizam pelo menos um item de maquiagem.Gastam seu tempo e se dinheiro com esse item que já não é mais apenas estético, já se tornou um cuidado básico pessoal.

Mas esse não é mais um privilégio feminino, homens estão aderindo cada vez mais. A maioria opta por produtos básicos para disfarçar imperfeições ou tirar o brilho do rosto, como corretivos e pós. Na Europa já existe indústrias cosméticas específicas para homens, é um mercado que tende a crescer. É um sinal que a maquiagem, que é um item tão importante para mulheres de todas as idades, está prestes a dominar o mundo masculino também.


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

PIVOT POINT: Um dos Melhores Cursos que já fiz!

HISTÓRIA
Há mais de 40 anos Leo Passage, o fundador da Pivot Point, se fascinou com a BAUHAUS, a mais celebrada escola de arte da modernidade. Os objetivos da BAUHAUS o inspiraram: ensinar aos artesãos como desenvolver suas habilidades e recursos para atingir novos degraus da criatividade artística, proporcionando-lhes uma formação superior. Artistas e artesãos unificaram alta competência técnica e impulso do design criativo.

Em 1962 Leo Passage reuniu acadêmicos do curso da Faculdade de Belas Artes de Chicago com especialistas em Arte e Design e com grandes profissionais cabeleireiros criadores de tendências de todo o mundo, para criar a filosofia do Design de Cabelos e a desenvolver seu próprio método educacional, que depois evoluiria ao sistema Pivot Point. Assim como na filosofia BAUHAUS, o sistema educacional Pivot Point afirma, além de ser belo, o design de cabelos precisa ser funcional e com resultados previsíveis.

POR QUE É PIVOT POINT?
Atualmente no Brasil o que prevalece é a “fórmula antiga” – de mestre para aprendiz – ao iniciar sua carreira no salão como auxiliar, vai aprendendo na prática, até se tornar cabeleireiro. Mas às vezes somente a experiência não é garantia de um bom resultado.

A Pivot Point tem como objetivo capacitar profissionais cabeleireiros completos, capazes de analisar, visualizar e planejar seu trabalho antes de executá-lo, com absoluta certeza do resultado final. Através de sua Filosofia Educacional o profissional aprende a trabalhar unindo conhecimento sobre Design, inspiração e talento. As novas técnicas e habilidades aprendidas só fazem desenvolver ainda mais a criatividade do profissional, que tem a segurança de criar sem correr riscos desnecessários. O profissional se torna mais criativo, preciso, hábil e rápido no dia-a-dia do salão.

PIVOT POINT NO BRASIL
Agora, não é mais necessário sair do Brasil para buscar novos conhecimentos ou realizar um curso de qualidade internacional. Por ser uma Academia Internacional, os cursos oferecidos pela Pivot Point no Brasil utilizam-se dos mesmos conhecimentos, técnicas e materiais usados ao redor do mundo, embora adaptados à realidade local. Os Educadores são profissionais brasileiros, conhecedores da realidade local, treinados e avaliados pela Pivot Point International dos Estados Unidos.

Todos os cursos da Pivot Point aliam teoria e prática, fundamentos e moda. As práticas são feitas em manequins com cabelo natural, fazendo o profissional colocar a “mão na massa”, o que permite conseguir fazer com precisão o que foi visualizado.

O enfoque de Educação Continuada oferece a percepção de que ainda existem muitas coisas para estudar, saber e conhecer. Percepção essa complementada pelo Cardápio de Cursos e pela quantidade de assuntos cobertos nas apostilas de cursos, eterna fonte de consulta para a continuidade do aprendizado.

Para saber mais
http://www.pivotpoint.com.br/

CÓDIGO DE ÉTICA DO PROFISSIONAL DA BELEZA

CAPITULO I: DO OBJETIVO

Art. 1° - Este Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual devem se conduzir os profissionais da área da Beleza quando no exercício profissional.

CAPITULO II: DAS RESPONSABILIDADES FUNDAMENTAIS

Art. 2° - O profissional deve prestar assistência, sem restrições de ordem racial, religiosa, política ou social, promovendo tratamentos e procedimentos específicos que beneficiem a saúde do Homem.

I - O profissional presta serviços de estética facial, corporal e capilar, programando e coordenando todas as atividades correlatas;
II – O profissional deve auto avaliar periodicamente, sua competência, aceitando e assumindo procedimentos somente, quando capaz do desempenho seguro para o cliente;
III - Ao profissional cabe a atualização e aperfeiçoamento contínuos, de seus conhecimentos técnicos, científicos e culturais, visando o benefício de seus clientes, bem como o progresso de sua profissão;
IV – O profissional é responsável por seus auxiliares, seja sob sua direção. coordenação, supervisão ou orientação.


CAPÍTULO III: DOS DEVERES E DAS PROIBIÇÕES

Art. 3° - São deveres do profissional:

I - Exercer a profissão com zelo, diligência e honestidade, observada a legislação vigente e resguardados os interesses de seus clientes, sem prejuízo da dignidade e independência profissional;
II - Guardar absoluto respeito pela saúde humana, exercendo a profissão em conformidade com os preceitos éticos deste código e com a legislação vigente;
III - Organizar seu ambiente de trabalho, tomando-o asséptico, conforme exigido pela Secretaria de Vigilância Sanitária;
IV - abster-se de atos que impliquem na mercantilização da Profissão e combatê-los quando praticado por outrem;
V - fazer prévia anamnese do cliente, que submeter-se ao seu tratamento ou procedimento;
VI - Indicar os diversos tratamentos e procedimentos, de acordo com as necessidades de seus clientes;
VII - Identificar as necessidades de seus clientes;
VIII - Executar todas as técnicas existentes na profissão, para a recuperação estética de seu cliente, desde que apropriadas e reconhecidas cientificamente;
IX - Ter domínio técnico na utilização de equipamentos eletroterápicos e outros aplicados na área da estética;
X - Ter boa visão, agilidade, coordenação motora, atenção, percepção de detalhes e conjunto, paciência, iniciativa, responsabilidade, assiduidade e hábitos de higiene ;
XI - Cumprir e fazer cumprir os preceitos contidos no Código de Ética dos Profissionais da Beleza;


Art. 4° - Das proibições aos profissionais:

I - Anunciar cura de enfermidades da pele, sobretudo as incuráveis;
II - Usar títulos que não possua ou anunciar especialidades para as quais não está habilitado;
III - Praticar atos de deslealdade com os colegas de profissão;
IV – O profissional cometerá grave infração ético-disciplinar se deixar de atender às solicitações ou intimações para instrução nos processos ético-disciplinares;
V - É vedado ao profissional aceitar emprego deixado por colega de profissão, que tenha sido dispensado injustamente, por motivos vãos, salvo anuência do órgão responsável pelo seu registro;
VI - Considera-se falta de ética da moral profissional, causar qualquer tipo de constrangimento a outro profissional, visando, com isso, conseguir para si o seu emprego, cargo ou função;
VII - Abandonar o tratamento, deixando o cliente sem orientação específica, salvo por motivo relevante;
VIII - Prescrever medicamentos, injetar substâncias ou praticar atos cirúrgicos;
IX - Publicar trabalhos científicos sem a devida citação da bibliografia utilizada, ou mesmo, deixar de citar outras publicações, caso o autor julgue necessário, ressalvando-se o caso em que o autor deixar notoriamente claro, que tais obras não foram reproduzidas para a elaboração do trabalho. Da mesma forma, não é lícito utilizar, sem referência ao autor ou sem sua autorização expressa, dados, informações ou opiniões, colhidas em fontes não publicadas ou particulares;
X - Assumir, direta ou indiretamente, serviços de qualquer natureza, com prejuízo moral ou desprestígio para a classe;

CAPITULO IV: DOS HONORÁRIOS PROFISSIONAIS

Art. 5° - Fundamentos:

I - Só poderão cobrar honorários, os profissionais legalmente habilitados para o exercício da profissão;
II - O profissional deverá levar em conta, as possibilidades financeiras do cliente;
III – O profissional poderá recorrer à via judicial, para receber honorários não pagos pelo paciente;
IV - Os parâmetros observados para a cobrança de honorários devem ser, as condições sócio-econômicas da região, a

complexidade do tratamento ou procedimento, o material utilizado, o desgaste dos equipamentos eletroterápicos, a escolha de cosméticos importados e a demanda de tempo no tratamento;
V – O profissional deverá respeitar o critério de cobrança de honorários, observando a sugestão da Associação Profissional que estiver afiliado, para a correta cobrança dos mesmos;

CAPÍTULO V: DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 6° - Generalidades:

I - ao infrator deste Código de Ética serão aplicadas as penas disciplinares, estabelecidas pelo regimento interno do Órgão Fiscalizador. sendo avaliadas e votadas em Assembléia Geral.

(fonte: http://bemestareventos.blogspot.com/2009/05/codigo-de-etica-do-profissional-da.html )